
Verdade!
Não há nada que fira mais do que a verdade, não há nada que liberte mais do que a verdade.
Verdade, não é verdade?
E a verdade tão pouco divulgada,
Tão pouco usada,
Deixada já de lado como algo fora de moda, fora da realidade,
Olhada como algo bobo e inocente, vai a largos passos se tornando mais e mais rara.
É ou não é verdade?
Hoje minha verdade me diz que minha criança precisa vir à tona,
Minha verdade diz que minha sensibilidade já não é mais minha dona,
Que há agora alguma pressa,
Que já não muito interessa o amanhã, mas o instante momento,
E a verdade vai assentando aqui dentro como as brumas de Avalon.
Verdade, confesso.
Porém confesso sem estar na presença de um padre, pois não há no mundo quem pague meu momento de confissão.
Amanhã, quem sabe, meu coração que se abre se feche, se cale,
E as ondas de calor parem
De irradiar a minha
Verdade.
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