Não sei ao certo o que sinto, mas sei o que não sinto, o que não há em mim. Em mim não há rancor ou agonia, não há insônia ou apatia, não há fome ou dor. Guardo aqui dentro alegria, irradio alegria e calor, sou toda ouvidos e amor.
É bem certo que espero coisas do mundo apesar de não esperar nada de ninguém. E mais certo ainda que dou sem a espera de receber, alimento sem ter uma fonte na qual me alimentar.
Amo sem ver, sinto sem tocar, conheço sem saber, desejo sem me conter. E tudo o que falo eu posso, e tudo o que posso eu quero, e tudo o que quero eu busco, e tudo o que busco tem nome. Nome esse que é comprido e imponente, que alonga e tira o ar da gente, que toma minha mente e controla minhas emoções e comanda. É tudo o que sei.
Mil flores para você.

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