Tem gente que merece o que tem. Essas pessoas que se veem ajudadas e em dado momento jogam tudo pra cima, passando pelos outros, com certeza merecem comer o pão que o didi amassou.
Pra mim pessoas que traem merecem ser varridas da face da Terra, mas não sem antes terem o que merecem.
Desta vez não me refiro àquela pessoa que tem relacionamento estável e vacila, não, desta vez me refiro àquelas que ferem a confiança de amigos por razões diversas.
Sou fiel. Sou leal. Sou companheira. E tudo até a alma. Porém, se a lama é tocada tudo se quebra, e quando quebrada não tem mais volta. O único caminho é o fim da confiança, a ruptura da amizade.
Não compreendo porque alguém tem obsessão por outra, especialmente quando essa outra se afasta definitivamente. Não compreendo ainda mais quando a que sofre com a fixação decide se consumir e destruir tudo ao seu redor. É caríssima, deu certo.
O que dizer de alguém que tentamos ajudar e que em pagamento nos joga bombas na cabeça? Realmente não se pode confiar, dar a mão, ajudar a quem não se qjuda, a quem se perdeu, a quem tem olhos vendados como um cego, a quem não se ama.
E quem não se ama não pode amar a ninguém.
Quem não se ama não pode amar a Deus.
A quem não se ama recomendo ajuda médica o quanto antes porque quanto mais tempo passa mais se perde, mais a vida passa, mais amigos se vão.
Eu fui.
Eu fui e não volto mais.
A última gota soou como uma tsunami.
Como amiga avisei e como traíra voce agiu.
PERDEU!
quarta-feira, 11 de março de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Hoje...

... Minhas palavras faltam. Acho que foram para o mais afastado dos cantinhos do meu corpo. A falta de pensamentos em mim é mais raro do que a aparição de OVNIs: simplesmente não ocorre.
Hoje o dia está própria pra apagar minha existência do mundo por algumas horas. Meus olhos, cabeça, garganta e pescoço doem, fui bruscamente acordada no fim da madrugada com aspereza, o sol começa a arder no céu, a encheção de saco chega pela boca materna, entre outros fatores que não exporei aqui, me fazem querer ir pra dentro do meu inconsciente, ou seja, dormir.
Hoje seria um delicioso dia pra fugir. Pra onde? Pra qualquer lugar! Hoje até ir pra Gaza seria válido.
Hoje a anestesia que me acompanha é tão grande e forte que nem Sansão nem Davi seriam capazes de derrotá-la.
Hoje nem a mais engraçada das pessoas me tira um sorriso. A falta de cor em meu rosto vem atrelada ao meu enjoo crescente. Se bem que acho que as paredes azuladas e o teto verde do meu quarto ajudam.
Hoje eu queria estar no meio de braços, como um laço, num abraço tão caloroso que transformaria todo meu dia, e minha letargia em energia, minha melancolia em alegria, mas não vai dar porque onte, coloquei minhas palavras no papel e sinto que magoei o dono dos mágicos braços. Ser´q ue por isso elas fogem?
Hoje, se possível fosse, inventaria uma máquina do tempo a fim de ficar na confortável companhia de minha avó, mas também não vai dar. O tempo mora nas mãos de Deus e eu não sei qual rota, condução ou meio de transporte pra chegar até o céu e voltar.
Hoje meus movimentos estão como o trânsito de Sâo Paulo, tais como um idoso de muletas, uma criança que ensaia seus primeiros passos, tais como nuvens no céu.
Hoje eu não sou eu. Quem sou então?
Hoje eu não sei.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Magia

Quando a "magia" entra na nossa vida, vinda de onde for, ela nos modifica de tal forma que olhada de longe dá pra ver, e de perto contagia.
A "magia" nos traz felicidade, força, disposição pra passar por qualquer dificuldade, por qualquer desafio, por maior que seja, por mais intransponível que pareça. Ela nos faz ir além.
Quando a "magia" vem transforma o mundo, faz as cores ficarem mais vivas, os cheiros mais fortes, as músicas tomam um novo sentido e o sol fica mais quente. Ela ilumina e anima e incentiva e joga a vida pra cima. Me agrada a "magia".
Experimentei algumas de suas facetas. Hoje vivo uma das mais intensas, talvez a mais poderosa delas. Continuo não gostando de flores ou serenatas no meio da mata em noite de luar, mas coisinhas que antes via como bobas hoje falam comigo e me tocam.
Penso que fui tomada de assalto. Não assalto violento, mas de um calmo e tranquilizante assalto.
Como aconteceu não sei, só sei que é mágico.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Recomeçar (de novo)

2009 chegou. E chegou trazendo aborrecimento.
Passei o último dia do ano de 2008 pintando casa, fazendo pão e massa de salgadinho, tomando banho e me arrumando pra passar as últimas horas na igreja. Lá recebi o novo novo pedindo e agradecendo a Deus pelas bençãos recebidas, por minha vida e pelas pessoas que quero bem, lá assisti a uma queima de fogos. De lá tomei um táxi e vim pra casa com minha mãe. Daí abri o ano pisando em um prego, assando pão, fritando salgadinho e preparando limonada pra logo em seguida brigar com namorado. VIVA A CHEGADA DE 2009!!!
Me intriga a comoção das pessoas na virada de um ano para o outro. Vejo pessoas extasiadas, vejo pessoas entristecidas, mas não sinto nada com um simples mudar de data.
Não sei ao certo se minha pouca empolgação é devida a falta de visão fantasiosa do futuro ou se, saber que a contagem do tempo é apenas uma invenção dos homens para controlar a natureza.
Recomeçar.
Recomeçaram as comilanças dos festejos, as discussões dentro dos relacionamentos, as cobranças, as decisões, as topadas e leves machucados físicos como a janela que há pouco prendeu meu dedo indicador. Tudo de novo, de novo!
É 2009, tempo de recuperar o corpinho perdido no Natal 2008, tempo de recuperar a auto-estima perdida no dia 31 de dezembro de 2008 ao ver que aquele vestidinho liiiiiiiiindo não entra mais em você (bendito Natal!!), tempo de viver melhor com você e com quem você ama, tempo de estar realmente com Deus.
Enfim...
FELIZ 2009!!!
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
As Bruxas

Dizem que as bruxas não existem, mas existem e estão no nosso meio. Um tanto disfarçadas, um tanto camufladas, um tanto escancaradas, um tantão chatas, enjoadas e tiazinhas.
As bruxas são aquelas senhoras que não jovens, não casadas, não mães, muito solteiras e soltas se enfiam no núcleo da juventude, se escondem e se acham o máximo pagando de gatinha e tirando onda com geral.
Tenho certeza de que você conhece no mínimo uma dessas bruxas.
Convivo de perto com uma dessas senhoras que certamente tem seu relógio (simancol) congelado na década de 70/80, onde a vida eram mais colorida, disco e bem non-sense. Tudo bem que nasci nessa época, nos anos 80, porém, (risos) não estou nela.
A "mínha" bruxona é uma pequena senhorinha morena (grisalha!!!) de 1,55 metros mais ou menos, um pouco acima do peso, um pouco abaixo na moral, cheia de si (!?!?)
Confesso: tenho pena dela. Consigo ver através de toda aquela pose de doutora, através de toda marra própria das mulheres baixinhas e de toda maquiagem, grande tristeza. Tristeza de quem, apesar de vitoriosa profissionalmente, é fracassada em todo o resto, e o resto é o que importa de fato porque um dia as pessoas se aposentam, e vindo a aposentadoria o que mais ela terá? É, tenho pena dela.
Além da pena não gosto dela. Ser pequeno, de olhos pequenos, pernas curtas e mente... Mente? Que mente?
A vejo desde pequena. Sinto que cresci e ela estacionou, Por que? Porque ela realmente estacionou, está parada em algum lugar do tempo/espaço onde os demais seres não conseguem penetrar.
A vida anda, as pessoas evoluem, mas as bruxas não. As tias são seres congelados, seres frios e sem memória recente que apenas existem para assombrar jovens observadores como eu, que tem pavor (!!!) de se tornarem pessoas como elas. Pessoas? Que pessoas? Pessoas não, bruxas!
A bruxas existem, caríssimos, elas existem! Bruxas existem, tenho pena delas, não gosto delas, as reconheço e disseco, tenho pavor de todas elas e nojo.
Bruxas? Chuta que é macumba! Não quer chutar? Então queimem-nas todas!
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
G §=> M

Não sei bem como aconteceu, mas aconteceu. Se ele me encontrou, se eu o encontrei não sei, só sei que aconteceu.
No meio, pontas, lado de tanta gente, entre milhares de milhões o encontrei. E ele tem tudo o que eu queria achar, tudo o que eu quero.
Às vezes fico com pena dele por ter parado na minha - sei que não sou a mais normal das mulheres - só que ao mesmo tempo me sinto presenteando.
Paciência, educação, refino, inteligência e muitas pitadas de gracinha, boniteza e fofura. Caramba, Deus está sendo muito bom pra mim!
Fofíssimo, sei que vai ler o que está aqi escrito então pra terminar esse meu texto feito no alto da minha agitação, proclamo em letras garrafais: "-Agradeço a Deus por ter colocado você no meu caminho, por você ser tão lindinho, por você ter abdicado de tantas coisas pelo amor que tem por mim. EU TE AMO E MEU AMOR É DO SEU TAMANHO: GIGANTE!
No meio, pontas, lado de tanta gente, entre milhares de milhões o encontrei. E ele tem tudo o que eu queria achar, tudo o que eu quero.
Às vezes fico com pena dele por ter parado na minha - sei que não sou a mais normal das mulheres - só que ao mesmo tempo me sinto presenteando.
Paciência, educação, refino, inteligência e muitas pitadas de gracinha, boniteza e fofura. Caramba, Deus está sendo muito bom pra mim!
Fofíssimo, sei que vai ler o que está aqi escrito então pra terminar esse meu texto feito no alto da minha agitação, proclamo em letras garrafais: "-Agradeço a Deus por ter colocado você no meu caminho, por você ser tão lindinho, por você ter abdicado de tantas coisas pelo amor que tem por mim. EU TE AMO E MEU AMOR É DO SEU TAMANHO: GIGANTE!
Dona Júlia

Dona Júlia mandou chamar a galera
A festa vai começar.
Tem refri, comida boa
Música pra chacoalhar.
Na festa não tem tristeza
Choro, insatisfação
Tem gente boa de papo
Dança e risada
Muita gozação.
Dona Júlia manda dizer
Que o DJ vai colocar
Música alta e agitada
Pro povo se acabar
Na festa não tem churumela
Briga, blá-blá-blá
Tem gente bonita
Divertida e cheirosa.
Pega logo teu par!
Dona Júlia chamou toda sua rua
Não tem ninguém dentro de casa
A festa é ao ar livre
Sob o luar da lua
Na festa não tem bebedeira, cara triste
Tem gente sorridente, animada do banqueiro a empregada
Muita paz e calor.
Todo mundo foi. Dona Júlia quem mandou.
Dona Júlia mandou chamar quem quer ser feliz
Sem preconceitos, ressalvas
Aqui todos são iguais.
Dona Júlia chamou, todo mundo acatou
Ela ri satisfeita. Que festa perfeita!
Logo, logo vai ter bis.
Dona Júlia é quem diz.
Pra Júlia em 05/12/2008.
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