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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Hoje...




Minhas forças se esgotam como água no deserto

Já não vejo ou sinto, não te percebo por perto.

E no andar das ondas pouco a pouco me diluo.

Pouco saio, pouco como, falo ou durmo.


Onde foi não sei, mas gostartia de saber

Pra onde foi tua luz, teu sorriso, meu prazer.

Pois no cair das tuas lágrimas me perdi e não o que fazer
Ao te ver sem rumo, sem ânimo, sem o futuro ver.


As cores que tinhas já não tens mais
E o cheiro doce e suave evaporou.

A força de suas mãos sumiu e te tornam incapaz
A dor é sua dona. Só olhas para trás.

E no mar do desespero se afogou
Meu navio tua onda despedaçou.


Mas meus cavalos são fortes, são guerreiros e sobrevivem

Mas meus cavalos tem brio, são de fogo e titânio
Eles são livres, são maiores e insistem

Perseveram, lutam, acreditam. Não desistem.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Curioso...


... Como vc me intriga, confunde e desacelera sem nem uma palavra falar,
E como me deixa duvidosa, no fundo curiosa, querendo saber o que vc quer de mim.
E como me deixa sem fala, meio fraca, meio tonta como barata no mar das certas incertezas.

Seu jeito de ser me deixa sem saber o que quer,
Como é,
E a que vem. E se vem, porque.

Queria que me dissesse o que aquece a lenha do seu prazer
Inegável de me fazer querer enlouquecer. E dentro dessa loucura
Vou pouco a pouco me distanciando da verdade,
Lentamente chegando até a casa da bravura inenarrável do Ser.